O medo de ser traído faz você sufocar o outro e perder-se de si mesmo...

Avaliação do Usuário

PLG_VOTE_STAR_INACTIVEPLG_VOTE_STAR_INACTIVEPLG_VOTE_STAR_INACTIVEPLG_VOTE_STAR_INACTIVEPLG_VOTE_STAR_INACTIVE

O medo de ser traído faz você sufocar o outro e perder-se de si mesmo...
:: Rosana Braga ::

Tenho ouvido muitas pessoas reclamando e, portanto, se esquivando de relações duradouras e compromissos "sérios". Alegam que se sentem sufocadas, presas, vigiadas, como se já não pudessem viver suas próprias vidas, ou pior, como se já nem soubessem quem realmente são...

Quando tentamos controlar o outro por medo de sermos traídos (ou por qualquer outra crença), ocasionamos um duplo aprisionamento: o do outro e o da gente mesma. Porque a ilusão de que o parceiro deva ficar sob nossa supervisão nos dá a sensação equivocada de segurança... mas enquanto tentamos vigiá-lo, perdemos também a nós mesmos, desviamo-nos de nosso próprio caminho para seguir um caminho que não existe, que não é o nosso e também não é o da pessoa amada.

Estranhas escolhas... que nos remetem inevitavelmente ao sofrimento, à decepção e ao desejo " consciente ou não " de nos libertar desta entediante prisão. Feminismos e machismos à parte, creio que sejam geralmente as mulheres que mais tentam aprisionar os homens... e são os homens que, geralmente, mais se perdem entre o desejo de viver um relacionamento e, ao mesmo tempo, uma rotina de descompromissado, de solteiro.
Verdade seja dita: nem um destes dois comportamentos ajuda em nada. Ideal seria que as mulheres relaxassem e tentassem respeitar um pouco mais a liberdade dos homens. Assim, da mesma forma, que os homens fizessem escolhas mais adultas e conscientes, sabendo que compromissos " qualquer um e em qualquer área da vida " pedem atitudes coerentes.

Repito que esta é apenas uma tendência, pois existem também muitos homens que sufocam suas mulheres e muitas mulheres que se comportam de maneira dúbia, deixando uma insegurança constante pairando sobre o relacionamento.
O intuito aqui não é rotular homens e mulheres, mas esclarecer que quem sufoca ou quem gera insegurança está mais para se defender de seus próprios medos do que contribuir para que a relação seja um encontro que acrescente ao invés de subtrair.
Depois de tantos depoimentos deixados pelos leitores nos BLOGS sobre traição, ficou muito evidente que a maioria das pessoas, depois de romper uma relação longa e cheia de cobranças, críticas e desentendimentos, termina descobrindo que havia se perdido de si mesma, que deixou de fazer o que gostava, de sorrir, de se sentir feliz, de respeitar suas verdadeiras vontades para tão somente tentar garantir alguma segurança e, especialmente, evitar uma traição.

Entretanto, parece que as relações castradoras e maquiadas, que podam a individualidade e a atuação do outro, terminam justamente por causa de um diagnóstico que traz à tona frustrações, pressões, cobranças e bem poucas ocasiões de preenchimento e de respeito um pelo outro e pela própria relação, que é uma instituição formada em nome do amor.
Então, por mais que pareça contraditório a tudo o que ouvimos a vida inteira sobre relações perfeitas, creio que seja urgente entendermos que namoro e casamento não podem significar grades para a alma e a personalidade de ninguém.

Sair com os amigos, fazer programas que não incluam necessariamente o outro e sobretudo preservar a "solidão" extremamente necessária para o crescimento de cada um podem ser medidas essenciais em prol da preservação desta espécie em extinção: relacionamentos felizes e que ofereçam a sensação de ganho e não de perda aos envolvidos.
E talvez você se pergunte: mas tanta "permissividade" não terminaria induzindo o outro à traição?!? E eu responderia: será que não está na hora de compreendermos que cabe somente a cada um a responsabilidade por suas próprias escolhas?
Mais do que isso: será que não está na hora de vivermos mais as nossas próprias vidas e deixarmos que o outro decida se quer ir ou ficar? Afinal de contas, ao invés de impor ao outro uma vigilância insana e destrutiva, cada casal deveria conversar sobre o que realmente significa traição e o que, então, colocaria em risco a confiança, o respeito e a própria relação.

Porque definitivamente, pressões e cobranças não são garantia de fidelidade. Nunca foram, mas atualmente, atitudes como estas parecem estar garantido bem mais o exato oposto, ou seja, que haja menos tolerância e disponibilidade para fazer dar certo, que a relação acabe mais rapidamente ou que sobreviva permanentemente doente...
Infelizmente, muitas vezes nos damos conta do quanto estávamos perdidos dentro de um relacionamento e o quanto estávamos transferindo nossas neuroses e inseguranças somente quando perdemos um grande amor!

Sinceramente, creio que este seja um momento muito precioso para a transformação da afetividade, para a revisão do que vem a ser companheirismo, confiança e liberdade. Quem sabe, assim, possamos experimentar bem menos dor e bem mais amor...
<![if !supportLineBreakNewLine]>
<![endif]>

Epilepsia - Quanto Tempo Tratar?

Avaliação do Usuário

PLG_VOTE_STAR_INACTIVEPLG_VOTE_STAR_INACTIVEPLG_VOTE_STAR_INACTIVEPLG_VOTE_STAR_INACTIVEPLG_VOTE_STAR_INACTIVE

 

Epilepsia

Quanto Tempo Tratar?

 

Esta pergunta se refere à duração do tratamento, o fato de mencionar aos pais e aos pacientes o conceito totalmente incorreto a respeito da suposta incurabilidade da epilepsia é obsoleto e danoso, já que tem repercussões importantes no paciente e em sua família.

Existe toda evidência necessária na literatura, com base em estudos prospectivos com um seguimento bastante prolongado, para afirmar com segurança que de 75 a 88% dos pacientes que tenham estado livre de crises durante um período de 3 a 4 anos não tenha recorrência ao suspender o tratamento, na se assinalam os principais fatores que se associam com um prognóstico favorável.
Desde o início, estes dados têm um valor estatístico para uma população geral, sendo evidente que em um paciente determinado, o prognóstico final dependerá sobretudo da patologia primária causadora da crise e que em muitos casos, do tipo específico da síndrome epiléptica.

Por isto se considera de extrema utilidade quando se considera a possibilidade de se suspender o tratamento a um paciente controlado por este período de tempo, um avaliação integral incluindo a revisão dos traços eletroencefalográficos de controle pelo neurologista pediatra, que deve efetuar com maior fundamento a decisão da suspensão do medicamento.

 

Associação Brasileira de Epilepsia

Rua Botucatu,740 - Ed Leal Prado - São Paulo/SP

http://www.epilepsiabrasil.org.br

 

Manoel Cláudio

Responsável por esta matéria

www.foradassombras.cjb.net

Se você tem uma colaboração neste assunto, envie-nos

 

Nova pagina 1

EPILEPSIA - ESTIGMAS

COMENTÁRIOS FINAIS

 

Os portadores de epilepsia têm ainda preconceitos e discriminações a enfrentar, os estigmas sociais persistem e infelizmente os pacientes e seus familiares ignoram vários aspectos de sua epilepsia. Quando orientamos os pacientes e seus familiares, é importante a informação adequada a respeito das crises, os resultados dos exames e os métodos de tratamento. Devemos ser positivos e não iniciar a orientação com as possíveis restrições, embora os pacientes devam ser informados sobre possíveis riscos e precauções, pois a tendência restritiva pode levar a estigmatização, que também pode limitar a qualidade de vida dos portadores de epilepsia, levando à exclusão de grupos sociais, desemprego e comprometimento das relações interpessoais.

As interferências nas atividades da vida diária dos pacientes podem também ser decorrentes de atitudes de não aceitação de si mesmos, da percepção e interiorização da discriminação e do estigma ao qual estão sujeitos, manifestados por outras pessoas, inclusive profissionais da área da saúde.

A Organização Mundial da Saúde (OMS), Liga Internacional contra a Epilepsia (ILAE) e o Bureau Internacional das Epilepsias (IBE) estão trabalhando juntos numa campanha global (Epilepsia fora das sombras), que também objetiva ajudar os portadores de epilepsia a entender melhor sua condição, a analisar as razões do estigma e, se não for possível eliminá-lo, pelo menos melhorar a qualidade de vida e o ajustamento psicossocial.

 

Você Sabia que uma Proteção é Conquistada e Alcançada?

Avaliação do Usuário

PLG_VOTE_STAR_INACTIVEPLG_VOTE_STAR_INACTIVEPLG_VOTE_STAR_INACTIVEPLG_VOTE_STAR_INACTIVEPLG_VOTE_STAR_INACTIVE

VOCÊ SABIA QUE UMA PROTEÇÃO É CONQUISTADA E ALCANÇADA?

A sua maior proteção é você estar no local certo, na hora certa, fazendo a coisa certa.

Em outras palavras, aquele que aprende a conectar com o coração de todas as criaturas e com seu próprio coração, com o grande movimento cósmico e com o ritmo do coração do Pai, está totalmente sincronizado com o todo e todas as suas ações são ordenadas por uma Lei maior do que a lei do ponto de vista do ego.

Os que ainda estão desconectados com a sincronicidade do todo, necessitam do trabalho consciente de proteção.

Muito mais do que apenas pedir para um Ser superior a proteção, é o indivíduo realizar meditações que o levem a perceber o sentido da alma, à vontade de sua essência, a fim de ordenar suas ações de acordo com esta vontade. A proteção superior é então automática, pois a proteção já está para todos. O que cada indivíduo necessita é alcançá-la.

Alcançar uma proteção está ligado a ter consciência das ações que fazem acumular energias, das ações que fazem perder energia.

Alcançar uma proteção está ligado também ao indivíduo ter consciência que uma atuação energética tem diversos níveis de ação, isto é, se uma pessoa está impaciente com a outra no nível físico, no nível astral ela está invadindo a energia da outra, roubando a oportunidade desta outra de se exercer enquanto pessoa que faz suas escolhas. E isto acontece quando há críticas, juízos e condenações; imposição de vontade de uma pessoa sobre a outra; uma pessoa querer mudar a outra (podendo expondo ou não esta vontade para a outra). Uma proteção é alcançada em conquista.

Conquistar uma proteção é você fazer sua parte no que diz respeito a responsabilizar-se pela energia que carrega.

Muitas pessoas pensam que apenas pedir por uma proteção já é o bastante. É de grande importância, mas necessário se faz entender que o amor é mão dupla. Que assim como os Grandes Seres Iluminados trabalham para proteger toda a humanidade, descendo uma proteção de cima para baixo, a humanidade já deve estar em movimento de baixo para cima, ou melhor, do centro do coração para a periferia da Criação, criando esta proteção a partir de sua consciência, de sua vigília e de sua entrega.

A pergunta: O que escolher para atingir o bem do maior número de pessoas possíveis? - deve ser feita sempre. Isto implica que você quer saber de seu coração o que é melhor estabelecer em termos de: que horas, quando, onde, quanto, sob que ponto de vista abordar.

O que é melhor escolher sob o ponto de vista da alma de todos os implicados, porque sob o ponto de vista do ego já sabemos que é cada um cuidar de si, sem nenhuma delicadeza com o próprio coração e com o coração de todos os implicados em uma questão. A consideração de todas as possibilidades para uma ação manifestar é de real importância, para não se prender em apenas seu próprio ponto de vista em relação aos das demais pessoas implicadas, ou seu próprio ponto de vista em relação ao que a vida já pode estar oferecendo como novas oportunidades de escolhas e expansão.

A ação de segurar uma tensão energética no silêncio da alma, à espera de uma maior clareza de toda uma situação, de um sinal da vida ou de seu próprio coração ou do coração de seu irmão, garante uma manifestação sincronizada dos níveis da alma. Em outras palavras, se a mente começa a dar suas sugestões (e estas sugestões são importantes) sem que você canalize estas sugestões à espera de uma maior clareza, se a mente começa a falar sobre outros assuntos que não os que estão sendo objetivados no momento, desfaz a tensão que oportunizará uma alta vibração se manifestar.

A Manifestação da Energia desqualificada

Uma energia negativa se apresenta em nós através de uma dor de cabeça, mal estar, insônia, tristeza e aperto no peito sem explicações, diarréia, enjôo, tosse, lacrimejamento nos olhos sem causa, bocejo e sono inexplicáveis. Uma energia negativa se apresenta para nós através de ataques de consciências provindas de nossas próprias vidas passadas, de terceiros. Estes ataques podem ser simples reações dos egos, como também vampirizações ou magias. A magia pode ser simples, quando seu poder é retirado de uma só vez, como pode ser uma demanda, que requer maiores trabalhos de limpeza e mais tempo. Há também magias de vidas passadas que vêm em forma de algum mal congênito. Há também energias negativas que pegamos do ambiente onde freqüentamos. Uma pessoa apresenta sinais de vampirismo quando não consegue desvencilhar de uma má relação. Ela não percebe que a relação é má e serve de canal para sugar energia de outras pessoas e do grupo que estas pessoas pertencem para o ser que a vampiriza. Uma pessoa com magia tem pensamentos desconexos, apresenta uma completa desvitalização e desânimo. Tudo fica ruim e ela não consegue dormir. Há uma sensação de vazio, tristeza e peso. A demanda é um estágio da magia reafirmada de maneira ritmada. Porque nosso campo Áurico desarmoniza-se As desarmonizações ocorrem em nosso campo áurico por diferentes motivos, sendo o principal a falta de confiança que a pessoa tem em seus sentimentos e intuições.

Neste caso ela aceita influências de terceiros e não toma a própria postura e responsabilidade de escolha.

Assim, seu campo áurico de poder se rompe e ela fica susceptível a maus pensamentos, ataques de raiva, inveja e ciúmes, traições e toda sorte de negatividades, além do abuso de poder por parte dos que são invasores.

Este quadro pode ser chamado de estado de energia recuada. Nesta circunstância a pessoa sofre dupla pressão: a energia invasora do lado de fora, e a própria energia interna que está para manifestar e é bloqueada pelo ato de recuar. O uso da energia sexual de forma não equilibrada, quando o sexo é feito sem amor, quando a atração é apenas física, faz com que a pessoa não se integre ao ato no nível da alma, perdendo a defesa e a construção harmoniosa de uma relação saudável.

Há também as relações de deslealdade e traição, que minam o campo energético do casal, fazendo com que as pessoas envolvidas assumam posturas de procrastinação, uma vez que não há lealdade de profundidade no relacionamento. Este tipo de rompimento áurico provoca desordem nos pensamentos e nos sentimentos.

A pessoa que baseia suas ações no medo tende a desestabilizar suas energias diante de qualquer fato que venha a ocorrer fora de sua expectativa. Se ela está diante de um opositor, este reconhece a situação e avança.

A Relação de Poder

O verdadeiro Poder é o Poder do Cristo em nosso coração.

Quando estamos atentos em seguir e manifestar este poder, estamos protegidos. O que ocorre é que muitas vezes damos poder aos que não têm poder.

Deixamos que os juízos de outras pessoas imperem mais do que nossa própria vontade interna; deixamos nos abater pela ilusão das doenças, dos castelos de areia e do que pensamos em juízos e críticas a outras pessoas e à vida.

Damos poder ao poder de nosso egoísmo, ao que a nossa mente dita como certo ou errado.

Damos nosso poder porque não aceitamos quem verdadeiramente somos, porque temos medo de assumir responsabilidades, porque temos medo de nossos sentimentos e também temos medo que as coisas não saiam à nossa maneira. Isto pode ser inconsciente.

Damos nosso poder, em inconsciência, quando não nos transformamos e caminhamos pela vida a fora seguindo valores fornecidos por nossos familiares, ou pela sociedade, sem a atualização de nossa parte, naquilo que é a vivência e os valores que passam por nosso coração.

Autoria e adaptação: Cathya Gaya

Veneno na Torneira

Avaliação do Usuário

PLG_VOTE_STAR_INACTIVEPLG_VOTE_STAR_INACTIVEPLG_VOTE_STAR_INACTIVEPLG_VOTE_STAR_INACTIVEPLG_VOTE_STAR_INACTIVE

Veneno na Torneira

Provavelmente você ficaria muito alarmado se lhe dissessem que, sem o seu conhecimento, administram regularmente medicamentos com uma substância mais venenosa que o chumbo, que pode causar fragilidade óssea e câncer, entre uma serie de outras doenças e, que é o componente principal das drogas que alteram o cérebro. Isso é o que alguns médicos qualificados e conselheiros de saúde dizem que ocorre a milhões de pessoas no mundo inteiro. Que substância agressiva é essa? O flúor na água potável.

A maioria de nos conhece o flúor como preventivo das cáries. Por isso foi acrescentado à maioria dentifrícios, supostamente para reduzir as visitas ao dentista das crianças. Contudo, na história do uso do flúor há um aspecto muito ameaçador.

Foi provado que o flúor pode endurecer a superfície dos dentes, porém, também trata-se de um elemento altamente tóxico relacionado com um grande número de doenças físicas e mentais. Estudos publicados recentemente demonstram que a metade do flúor (ácido hexafluorsilícico) que se acrescenta na água potável do Reino Unido pode produzir danos genéticos.

Desde a Segunda Guerra Mundial não se realizou nenhuma pesquisa sobre os efeitos potencialmente letais do flúor. Contudo vários cientistas, entre eles o Dr. Hans Moolenburg, um dos principais ativistas da campanha anti-flúor dos Países Baixos, estão convencidos de que em muitos países da Europa Ocidental se está reforçando um perigoso e sinistro esquema de medicação massificada que foi usado na Alemanha nazista.

Nos piores dias da Segunda Guerra Mundial, centenas de inocentes foram exterminados nos campos de concentração alemães. A morte por doenças, inanição e extrema brutalidade era algo cotidiano e isso era complementado com o emprego de drogas e produtos químicos. Os cientistas nazistas, desejando manter um clima de temor tinham encontrado um método simples de controlar o comportamento dos prisioneiros dos campos.

Jovens sobreviventes do campo de concentração de Auschwitz, esperando pela libertação. Os nazistas "ministraram" flúor na água dos campos de extermínio, que agiu como sedativo, apaziguando os prisioneiros. Apesar desse precedente, o uso da água fluorada ainda é promovido em diversos países. O flúor também é empregado como componente ativo de poderosos tranqüilizantes.

Descobriu-se que repetidas doses em quantidades muito pequenas de flúor afetam o cérebro, envenenando e narcotizando lentamente as pessoas e tornando-as submissas. Ansiosos em explorar o efeito do flúor, os comandantes dos campos alemães o acrescentaram ao abastecimento d'água.

Os efeitos da água fluorada impressionaram fortemente os serviços de inteligência. Consideraram que a água fluorada era o meio ideal para controlar as populações depois de seus países terem sido invadidos. Antecipando-se à vitória, a fábrica alemã de produtos químicos I. G. Farben, instalada em Frankfurt, foi a encarregada da produção massificada de flúor destinado aos campos de extermínio e a outros futuros usos possíveis.

No final da Segunda Guerra Mundial, os Estados Unidos encarregaram Charles Eliot Perkins, um pesquisador especializado em química, patologia e fisiologia, de estudar a técnica de controle da mente de I. G. Farben. Em sua pesquisa na Alemanha, Perkins obteve várias conclusões assustadoras. Informou que "quando os nazistas, sob as ordens de Hitler, decidiram atacar a Polônia, ao estados maiores alemão e russo intercambiaram idéias, planos, cientistas e militares. Os russos adotaram o esquema de controle de massa através da medicação, porque adaptava-se perfeitamente aos seus planos de domínio do mundo..."

Perkins não envolveu a inteligência aliada nessa pesquisa sobre o controle mundial de mente dos russos, porem, uma investigação mais detalhada da I. G. Farben e suas relações industriais, revela algumas conexões suspeitas.

A I. G. Farben expandiu-se durante os anos vinte e estabeleceu laços através de Wall Street com a companhia de automóveis de Henry Ford, com a General Motors de J. P. Morgan e com a Standard Oil, propriedade da família Rockfeller.

Nos anos trinta, milhões de dólares foram investidos nesses acordos e a relação continuou durante a Segunda Guerra Mundial. É interessante observar que nenhuma das fábricas e edifícios da I. G. Farben foram bombardeados, sabotados ou danificados pelos aliados durante a guerra. O pesquisador Ian E. Stephens disse que os comandantes das missões de bombardeio tinham instruções, procedentes provavelmente dos altos escalões do governo dos Estados Unidos, para evitarem esses edifícios. Porém, por qual motivo?

Desde a depressão dos anos vinte, as organizações como a fundação Rockefeller e a família Ford tinham incentivado publicamente as políticas de controle de população a longo prazo. Também sabe-se que certo numero de pessoas influentes do comércio e da industria tinham investido grandes somas de dinheiro nos projetos da I. G. Farben antes e durante a guerra. Entre elas a família Mellon.

Essa família fundou a Mellon Institute em 1913 como uma organização independente para patrocinar avanços na ciência e na industria. O instituto também participou da "descoberta" do flúor como "um maravilhoso preventivo das cáries dentárias".

A família Mellon também fundou a Aluminium Company of America (ALCOOA). O flúor é um subproduto altamente tóxico da fabricação do alumínio e a ALCOOA foi processada com freqüência por envenenar gado, colheitas e correntes de água. As medidas de segurança eram caras. Por tanto, o que se podia fazer para eliminar esses custos e, talvez, até tornar os materiais residuais rentáveis?

Segundo o Pesquisador de Flúor Ian E. Stephen, a primeira ministra Thatcher triplicou o orçamento para o tratamento da água com flúor da Irlanda do Norte em meados dos anos oitenta. Stephen suspeita que isso não foi motivado por uma preocupação com a saúde dentária e sim, por uma tentativa de pacificar a região.

A ALCOOA e outras indústrias produtoras de flúor financiaram a pesquisa que parecia indicar que pequenas quantidades desse elemento não eram perigosas para os seres humanos. Inclusive a pesquisa sugeria que o flúor protegia contra as cáries dentárias. Os incentivadores concentraram-se no que eles viam como vantagens para a saúde, ignorando por completo os desconhecidos e adversos efeitos cumulativos dessa substância tão tóxica.

Os cientistas que trabalham para a American Dental Association ( ADA) sob o patrocínio da ALCOOA continuaram promovendo o flúor, apesar do uso que os fizeram dele. Ainda que dezenas de cientistas e organizações de pressão questionassem as manifestações do grupo partidário do flúor, a opinião pública aceitou rapidamente as supostas qualidades do novo protetor dental.

Diante da inquietação de muitos cientistas que questionaram os seus benefícios para a saúde, a ADA lançou uma campanha promovendo o uso do flúor. A aprovação do United Stades Public Health Service ( USPHS ) reforçou a confiança na nova "droga maravilhosa" e, em meados dos anos quarenta, várias cidades dos Estados Unidos começaram a adicionar o flúor em seus abastecimentos de água. Os propagandistas obtiveram "aprovações" de instituições que recebiam protestos aos quais não davam resposta e foi dado sinal verde para uma campanha a favor do uso do flúor em escala nacional.

Desde o final dos anos cinqüenta, o USPHS canalizou milhos de dólares dos contribuintes dos EUA para promovem o uso do flúor em outros países e muitas nações aderiram ao projeto. Porém, a maioria dos países europeus deixaram-no de lado e outros que tentaram implantá-lo, logo o abandonaram devido aos seus efeitos adversos contra a saúde e à sua ineficácia geral.

A crença comum é a de que o tratamento com flúor é efetivo por toda a vida, porém, pesquisas demonstram que a sua proteção desaparece antes da pessoa completar 20 anos. De fato, muitos especialistas afirmam que não existem provas de que o flúor seja benéfico para o dentes.

Causando grande perturbação no US National Institute of Dental Research (NIDR), as análises independentes de um relatório do próprio NIDR de 1988 sobre o dados odontológicos de 39.107 crianças dos Estados Unidos, demonstraram que praticamente não havia nenhuma diferença no número de cáries entre as crianças que viviam em regiões onde esse tratamento não era aplicado.

A pesquisa sobre os outros usos do flúor é reveladora. Os tranqüilizantes, que vão desde os sedativos suaves prescritos para a depressão, até os poderosos medicamentos que alteram a mente, transformaram-se em uma indústria multimilionária.

Mais de 60 tranqüilizantes do mercado contêm flúor, aumentando profundamente a potência dos outros componentes desses medicamentos. O acréscimo de flúor no tranqüilizante Diazepam (Valium) produz um tranqüilizante mais forte, o Rohypnol. Ambos são fabricados pela Roche Products, uma filial da I.G.Farben, juntos com outros medicamentos semelhantes. O potente tranqüilizante fluorado Stelazine é empregado profusamente em asilos e instituições para doentes mentais em todo o mundo.

À medida que revela-se mais informação sobre o acréscimo de flúor na água a ansiedade do público aumenta. Seus defensores dedicam centenas de estudos que provam a efetividade do flúor na prevenção contra as cáries dentárias, porem, a união de cientistas profissionais da US Environmental Protection Agency indicam a existência de encobrimentos deliberados dos graves riscos para as populações assim como a difamação e até a demissão dos cientista que se atrevem a falar da verdade.

Para a maioria dos dentistas, o uso do flúor é um "medicamento maravilhoso" que oferece resistência a má higiene bucal e aos problemas de dieta. Para outros, trata-se de um método desleal e cínico para modificar nosso comportamento e de um meio que permite a industria rentabilizar um perigoso produto residual. Muitos encaram o uso do flúor nos abastecimentos de água como um medicamento massificado forçado. A negação dos riscos para a saúde por parte dos organismos oficiais fazem com que alguns pensem que o uso do flúor serve como uma forma de controle social. Apontam a história do uso do flúor e seus vínculos documentados como sendo, talvez, um dos mais perversos regimes desse século.

TESTEMUNHA

Dennis Edmonson usou o medicamento "Exspansyl spansule" entre 1970 e 1976, para combater a asma provocada por sua exposição a produtos químicos clorados quando trabalhou no King's Royal Rifles, durante a segunda guerra mundial. O Exspansyl contem stelazine, um componente fluorado com grandes efeitos tranqüilizantes. Perguntaram-lhe como sua vida foi afetada com o uso desse produto:

"Terrivelmente. O flúor em minha medicação aumentou sua potência em 25 vezes e, diariamente, tomei equivalente a 100 miligramas de flúor durante seis anos. Posteriormente foi diagnosticado que eu sofria de hipondilose, osteoporose, cifose, escoliose, espondilosem astefilose, coração grande, candidiase, glaucoma, em um dos olhos e próstata calcificada. Também fiquei impotente sexualmente desde que comecei a tomar a medicação em 1970 e tive que abandonar meu trabalho como jardineiro em 1980 devido às dores na coluna e nas articulações."

Quais foram as medidas oficiais que o senhor tomou para esse problema ao conhecimento do publico?

"Estive em luta com a junta de pensões da guerra desde 1977, alegando que minha situação era resultado do medicamento que me havia sido prescrito. Até agora concederam-me um acréscimo de 10% na minha pensão por minha invalidez provocada pela candidiase e pelo glaucoma. Também estou exigindo uma indenização da companhia farmacêutica. Porem, além da minha penosa situação, perdi aproximadamente 7,5cm de altura. Como poderei remediar isso?

DESAFIANDO O PARLAMENTO

Peter Robinson

Apesar da generalizada oposição. Em 1973, estabeleceram-se na Irlanda do Norte dois programas de uso do flúor, porem, não foi guardado nenhum relatório de suas avaliações. O ministério de saúde admitiu que "não havia sido realizadas nenhuma pesquisa definitiva para avaliar os benefícios de cada um dos programas de uso do flúor aplicadas na Irlanda do Norte".

Com a ajuda da National Pure Water Association. Pediram ao deputado Peter Robinson que questionasse o Parlamento sobre o acréscimo de flúor na água da Irlanda do Norte. O deputado fez as seguintes perguntas: A câmara sabe que não há nenhuma pesquisa que prove a efetividade e a inoculidade do uso do flúor na água? A câmara sabe que existe um relatório que prova a periculosidade e a ineficácia da água fluorada? Até agora não se recebeu nenhuma resposta.

RECONHECIMENTO OFICIAL

Em novembro de 1996, Kevin Isaacs, de dez anos, obteve um indenização de 1.000 libras do fabricante de dentifrícios Colgate-Palmolive.

Foi diagnosticado fluorose dental em Kevin, um sinal evidente de uma superexposição ao flúor. Os dentes fluoríticos ficaram "furados" e manchados e podem cariar-se além de ficarem quebradiços. Durante os últimos cinco anos, mais de trezentas famílias processaram os fabricantes de produtos fluorados.

Apesar das angustiantes provas, a British Medical Association (BMA) mostra-se inflexível em relação a idéia de que a adição de flúor na água e nos produtos dentários não é nociva. A BMA também pressiona o governo para que convença mais companhias de água do Reino Unido a acrescentar o flúor em seus abastecimentos. Essa política contrasta com a polêmica entre os médicos, que continuam divididos sobre os benefícios do uso do flúor na água potável.

REALIDADES DO FLÚOR

· O flúor é mais tóxico que o chumbo, cuja quantidade na água potável não deve superar 0,5 partes por milhão (ppm). O nível do flúor na água potável costuma ser da ordem de 1,5 ppm.

· Em um relatório da Universidade da Flórida é dito: "Uma solução de 0,45 ppm de fluoreto de sódio é suficiente para fazer com que as reações sensoriais e mentais fiquem mais lentas".

· Na Sicília foi achada uma relação entre as regiões de alta concentração de flúor na água com a ocorrência graves doenças dentárias.

· No Reino Unido, aproximadamente 5,5 milhões de pessoas bebem água fluorada artificialmente.

· A US Food and Drug Admistration considera que o flúor é um medicamento não aprovado, para o qual não existem provas de inocuidade e de efetividade. Não o consideram como um nutriente essencial nas dietas.

Veja como o Bispo Macedo Ensina a Pregação, Quanta Espiritualidade e Fé!!!

Avaliação do Usuário

PLG_VOTE_STAR_INACTIVEPLG_VOTE_STAR_INACTIVEPLG_VOTE_STAR_INACTIVEPLG_VOTE_STAR_INACTIVEPLG_VOTE_STAR_INACTIVE

Pra quem não viu a reportagem da Globo à algum tempo... veja como o Sr.Macedo ensina a pregação, veja a religiosidade e espiritualidade, que realmente as pessoas se encontram por afinidade é um fato, se têm ex-pai de encosto lá, que fique por lá, só não vê quem não quer ver. Bisbo Macedo ensina a pregação da sua igreja! E quem já viu, veja outra vez... pra sempre lembrar dos servos de Deus..... Clique no link abaixo, veja, e depois mande pra todo mundo que você conhece! http://www.putfile.com/media.php?n=edir_macedo_ensina_a_enganar

Transtorno do Pânico

Avaliação do Usuário

PLG_VOTE_STAR_INACTIVEPLG_VOTE_STAR_INACTIVEPLG_VOTE_STAR_INACTIVEPLG_VOTE_STAR_INACTIVEPLG_VOTE_STAR_INACTIVE

TRANSTORNO DO PÂNICO

" Isso é algo que não desejo nem para meu pior inimigo ".
Expressão muito usada por quem passou pelas crises.
 
Existem pessoas, não importa de que classe social, vagam pelos consultórios e clínicas do mundo inteiro sem que ninguém seja capaz de lhes dizer qual a verdadeira origem de seus males. A pessoa passa por uma série interminável de consultas e exames, em boa parte pagos com dinheiro público, acaba entrando nas estatísticas de certas doenças, mas não tem seu problema resolvido. Três quartos das pessoas com distúrbio mental não estão onde deveriam estar: no psiquiatra ou no psicólogo. Estão nas mãos do cardiologista, do neurologista ou de outro especialista qualquer. É uma multidão que não trata a sua doença de forma adequada, pois um mau diagnóstico pode levar essas pessoas a conviver com enormes desconfortos, que acabam se estendendo à toda a sua família.
" Tenho tanto medo. Toda vez que " De repente, eu senti uma terrível me preparo para sair, tenho aquela onda de medo, sem nenhum motivo. desagradável sensação no estômago Meu coração disparou, tive dor e me aterrorizo pensando que vou ter no peito e dificuldade para respirar. outra crise de pânico. " Pensei que fosse morrer. "

 

Quais os sintomas físicos de uma crise de pânico?
Como se descreve acima, os sintomas físicos de uma crise de pânico aparecem subitamente, sem nenhuma causa aparente (apesar de existir, mas fica difícil de se perceber). Os sintomas são como uma preparação do corpo para alguma "coisa terrível". A reação natural é acionar os mecanismos de fuga. Diante do perigo, o organismo trata de aumentar a irrigação de sangue no cérebro e nos membros usados para fugir - em detrimento de outras partes do corpo, incluindo os órgãos sexuais. Eles podem incluir :
  • Contração / tensão muscular, rijeza
  • Palpitações (o coração dispara)
  • Tontura, atordoamento, náusea
  • Dificuldade de respirar (boca seca)
  • Calafrios ou ondas de calor, sudorese
  • Sensação de "estar sonhando" ou distorções de percepção da realidade
  • Terror - sensação de que algo inimaginavelmente horrível está prestes a
    acontecer e de que se está impotente para evitar tal acontecimento
  • Confusão, pensamento rápido
  • Medo de perder o controle, fazer algo embaraçoso
  • Medo de morrer
  • Vertigens ou sensação de debilidade
Uma crise de pânico dura caracteristicamente vários minutos e é uma das situações mais angustiantes que podem ocorrer a alguém. A maioria das pessoas que tem uma crise terá outras (se não tratar). Quando alguém tem crises repetidas ou sente muito ansioso, com medo de ter outra crise, diz-se que tem transtorno do pânico
O que é o transtorno do pânico?
Transtorno do pânico é um problema sério de saúde. Este distúrbio é nitidamente diferente de outros tipos de ansiedade, caracterizando-se por crises súbitas, sem fatores desencadeantes aparentes e, frequentemente, incapacitantes. Depois de ter uma crise de pânico - por exemplo, enquanto dirige, fazendo compras em uma loja lotada ou dentro de um elevador - a pessoa pode desenvolver medos irracionais (chamados fobias) destas situações e começar a evitá-las. Gradativamente o nível de ansiedade e o medo de uma nova crise podem atingir proporções tais, que a pessoa com o transtorno do pânico pode se tornar incapaz de dirigir ou mesmo pôr o pé fora de casa. Neste estágio, diz-se que a pessoa tem transtorno do pânico com agorafobia. Desta forma, o distúrbio do pânico pode ter um impacto tão grande na vida cotidiana de uma pessoa como outras doenças mais graves - a menos que ela receba tratamento eficaz e seja compreendida pelos demais.
O que causa o transtorno do pânico? Por que ele ocorre?
De acordo com uma das teorias, o sistema de "alerta" normal do organismo - o conjunto de mecanismos físicos e mentais que permite que uma pessoa reaja a uma ameaça - tende a ser desencadeado desnecessariamente na crise de pânico, sem haver perigo iminente. Algumas pessoas são mais suscetíveis ao problema do que outras. Constatou-se que o T.P. ocorre com maior freqüência em algumas famílias, e isto pode significar que há uma participação importante de um fator hereditário (genético) na determinação de quem desenvolverá o transtorno. Entretanto, muitas pessoas que desenvolvem este transtorno não tem nenhum antecedente familiar.

O cérebro produz substâncias chamadas neurotransmissores que são responsáveis pela comunicação que ocorre entre os neurônios (células do sistema nervoso). Estas comunicações formam mensagens que irão determinar a execução de todas as atividades físicas e mentais de nosso organismo (ex: andar, pensar, memorizar, etc.). Um desequilíbrio na produção destes neurotransmissores pode levar algumas partes do cérebro a transmitir informações e comandos incorretos. Isto é exatamente o que ocorre em uma crise de pânico: existe uma informação incorreta alertando e preparando o organismo para uma ameaça ou perigo que na realidade não existe. É como se tivéssemos um despertador que passa a tocar o alarme em horas totalmente inapropriadas. No caso do Transtorno do Pânico os neurotransmissores que encontram-se em desequilíbrio são: a serotonina e a noradrenalina.

O transtorno do pânico é um problema sério?
O T.P. já é considerado um problema sério de saúde. Atualmente 2 a 4% da população mundial sofre deste mal, que acomete mais mulheres do que homens em uma proporção de 3 para 1. Há muito que o T.P. deixou de ser um diagnóstico de exclusão. Hoje, mais do que nunca, há necessidade de um diagnóstico de certeza para tal entidade clínica. As pessoas que sofrem deste mal costumam fazer uma verdadeira "via-crucis" a diversos especialistas médicos ("doctor shopping") e após uma quantidade exagerada de exames complementares recebem, muitas vezes, o patético diagnóstico do "nada", o que aumenta sua insegurança e seu desespero. Por vezes esta situação dramática é reduzida a termos evasivos como: estafa, nervosismo, stress, fraqueza emocional ou problema de cabeça. Isto pode criar uma incorreta impressão de que não há um problema de fato e de que não existe tratamento para tal patologia.

O T.P. é real e potencialmente incapacitante, mas pode ser controlado com tratamentos específicos. Por causa dos seus sintomas desagradáveis, ele pode ser confundido com uma doença cardíaca ou outra doença grave. Frequentemente as pessoas procuram um pronto-socorro quando têm a crise de pânico e podem passar desnecessariamente por extensos exames médicos para excluir outras doenças.

Os médicos em geral tentam confortar o paciente em crise de pânico, fazendo-o entender que não está em perigo. Mas estas tentativas podem às vezes piorar as dificuldades do paciente: se o médico usar expressões como "não é nada grave", "é um problema de cabeça" ou "não há nada para se preocupar", isto pode produzir uma impressão incorreta de que não há problema real e de que não existe tratamento ou de que este não é necessário, conforme já comentado.

Qual é a população atingida?
As pessoas que tem o T.P., em sua maioria, são pessoas jovens (faixa etária de 21 a 40 anos), que encontram-se na plenitude de suas vidas profissionais. O perfil da personalidade das pessoas que sofrem do T.P., costuma apresentar aspectos em comum: geralmente são pessoas extremamente produtivas à nível profissional, costumam assumir uma carga excessiva de responsabilidades e afazeres, são bastantes exigentes consigo mesmos, não convivem bem com erros ou imprevistos, têm tendência a se preocuparem excessivamente com problemas cotidianos, alto nível de criatividade, perfeccionismo, excessiva necessidade de estar no controle e de aprovação, auto-expectativas extremamente altas, pensamento rígido, competente e confiável, repressão de alguns ou todos os sentimentos negativos (os mais comuns são, o orgulho e a irritação), tendência a ignorar as necessidades físicas do corpo, entre outras. Essa forma de ser acaba por predispor estas pessoas a situações de stress acentuado, fato este que pode levar ao aumento intenso da atividade de determinadas regiões do cérebro desencadeando assim um desequilíbrio bioquímico e consequentemente o aparecimento do T.P..

Vale ressaltar ainda que alguns medicamentos como anfetaminas (usados em dietas de emagrecimento) ou drogas (cocaína, maconha, crack, ecstasy, etc), podem aumentar a atividade e o medo promovendo alterações químicas que podem levar ao T.P..

Existe tratamento para este problema?
Existe uma variedade de tratamentos para o T.P.. O mais importante neste aspecto é que se introduza um tratamento que vise restabelecer o equilíbrio bioquímico cerebral numa primeira etapa. Isto pode ser feito através de medicamentos seguros e que não produzam risco de dependência física dos pacientes. Numa segunda etapa prepara-se o paciente para que ele possa enfrentar seus limites e as adversidades vitais de uma maneira menos estressante. Em última análise, trata-se de estabelecer junto com o paciente uma nova forma de viver onde se priorize a busca de uma harmonia e equilíbrio pessoal. Uma abordagem psicoterápica específica deverá ser realizada com esse objetivo.

O sucesso do tratamento está diretamente ligado ao engajamento do paciente com o mesmo. É importante que a pessoa que sofre de T.P. entenda todas as peculiaridades que envolvem este mal e que queira fazer uma boa "aliança terapêutica" com seu médico no sentido de juntos superarem todas as adversidades que poderão surgir na busca do seu equilíbrio pessoal.

Para as pessoas que não tem, e para as que possam vir a conviver com o problema:
O T.P. não é loucura, nem "frescura". Infelizmente é comum que os distúrbios psíquicos sejam interpretados como simples fraqueza de caráter. O melhor jeito para conviver com uma pessoa que passou pelo T.P., É compreender pelo que a pessoa passa; fazendo com que essa pessoa saiba que você entende o que se passa com ela, isso irá tranqüilizá-la, trazendo bem-estar, pois é bem difícil se ter um "ataque", perante uma pessoa ou ambiente que conheça o problema, junto com um "tratamento", preferencialmente, tratado por um psiquiatra. Pois os que sofrem com o transtorno do pânico são ótimas companhias, devido a sua sensibilidade apurada, pois uma experiência ruim algumas vezes frutifica em crescimento interior. E sempre mantenha essa pessoa normalmente convivendo com suas atividades, percebendo as suas limitações e não "forçando nenhuma barra". Aos poucos a vida volta a normalidade.
  • O Transtorno do Pânico é comum, pode ser claramente definido, diagnosticado e tratado;
  • O conhecimento obtido através da pesquisa está resultando num aperfeiçoamento da diagnose,
    tratamento e qualidade de vida das pessoas que sofrem do distúrbio do pânico;
  • Preparação profissional: Com o aumento da informação, tornando as pessoas cientes do distúrbio, assim médicos e profissionais de saúde mental, devem se preparar para o diagnosticar e/ou tratar do distúrbio
    do pânico.

Coisas interessantes:

Panic Attack Research - Pesquisa sobre Pânico da Universidade de Westminster, Londres-Inglaterra.
Panic Questionnaire - Preencha o questionário, ajudando com informações para a pesquisa inglesa.
Modelo do stress Eu sei que você vai encontrar esse modelo, clicando "aqui e ali", nos links abaixo relacionados,

mas como é interessante, eu procurei antecipar pra você ( em inglês ).

Teste EQ Saiba sobre sua inteligência emocional, parecido com o teste de Q.I.!
Listagem com todas as fobias.
Íntegra da entrevista sobre T.P., no programa do Larry King Live na CNN de 22-Abril-96. ( 16k )
O Cérebro, A Mente e suas Funções

Parcerias Sol de Gaya/Cathia D Gaya:

       

Apoios - Sol de GayaCathia Gaya:

Fone: (11) 3482-6381 / Tim: (11) 98315-7813 / Whatsapp/Claro: (11) 99118-5320 / Vivo: (11) 97306-1888
                                           Skype: cathya_gaya / E-mail:  O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.