Leiturabilidade

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LEITURABILIDADE

Essa é muito interessante. Você consegue ler?

De aorcdo com uma pqsieusa de uma uinrvesriddae ignlsea, não ipomtra em qaul odrem as lrteas de uma plravaa etãso, a úncia csioa iprotmatne é que a piremria e útmlia lrteas etejasm no lgaur crteo. O rseto pdoe ser uma ttaol bçguana que vcoê pdoe anida ler sem pobrlmea. Itso é poqrue nós não lmeos cdaa lrtea isladoa, mas a plravaa cmoo um tdoo. tnhea uma ómita smanea! Enetnedu? Existe uma linha na Psicologia que já sabe disso a tempos, é a linha da Gestalt. Esta corrente foi fundada por Michael Wertheimer, W. Kohler e K. Koffka.

Entre os pressupostos do gestaltismo encontramos que os objetos são percebidos em sua totalidade e não isoladamente.

Para eles, o campo onde os objetos estão inseridos dá a eles as propriedades necessárias para que a percepção ocorra.

Para a Gestalt: "...o ato de perceber absorve não só as unidades concretas que as compõem, mas também, e em condições prioritárias, as relações que entre elas se estabelecem."

"... o processo de perceber não se restringe a ser atividade de pura e simples assimilação de um componente figural, mas corresponde a uma total assimilação desses componentes e de todo o sistema contextual no qual se incluem como partes integrantes."

Fonte: PENNA, A. G. Percepção e Realidade - Introdução ao Estudo da Atividade Perceptiva. Rio de Janeiro: Imago, 1995.

Lei de Afinidade - Interação Extrafísica

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Lei de Afinidade - Interação Extrafísica...

 

Tudo no universo é regido pelo que chamamos de atração e repulsão, o que determina estes fatores de atração e repulsão?

Lei de Afinidade.

O homem que é energia sutil, dentro da matéria que é energia densificada, também está sujeito a essa lei de afinidade, por que é energia!

Então o homem pelo seu mecanismo extrafísico atraí a interação física e extrafísica, também por afinidade, afinidade que é estabelecida pelo seu padrão de ressonância. O campo aúrico de cada ser está constantemente ressonando informações, ressonando energia densa ou sutil, e provocando interação densa ou sutil. O objetivo de cada ser é evoluir, e para evoluir é preciso sutilizar-se, então, é preciso interação sutil.

Tudo se resume a isto, quanto mais sutil, mais elevada a interação extrafísica, mais consciencial, mais vivências coerentes, mais desperto. Quanto mais densa a ressonância, menos informação para evolução, menos consciência, menos acordado, menos enxerga o ser humano.

Cada ser é responsável por tudo que o seu padrão irradia, portanto, cada ser é responsável por toda a sintonia em que está. Nunca a responsabilidade está lá fora. Sempre somos 100% responsáveis por tudo o que nos acontece, por todas as situações que passamos, pois são reflexo de tudo o que ressonamos. O ser humano tem mania de se fazer de vítima de todas as situações. Vítima é sintonia densa. Foco sempre negativo, denso.

Se o ser humano se vê como único responsável, então não é mais vítima, pode então consertar a sintonia, e voltar para o padrão sutil.

Consciência, discernimento.

Campo denso é resultado de dormência, preguiça, autocorrupção, incoerência... inércia.

Se o objetivo é evolução, o que é coerente? Sintonia sutil! Interação extrafísica sutil!

Este é o objetivo a ser alcançado, agora se sabe o que fazer mais do que nunca, então é simples:

Faça.

Agir com respeito é tudo o que se espera do ser humano para sua evolução.

Mas isso não é tudo, o ser humano deve ser coerente em viver sua própria realidade, pois ele cuida muito da realidade dos outros, abandona a sua, e portanto não muda.

Se cada ser humano se voltasse apenas para sua realidade, talvez em pouco tempo muitos estariam podendo alterar o padrão denso deste planeta. Julgamento densifica, quando você cuida da realidade de seu semelhante, você julga, por mais que você se esforce em não admitir, você está julgando.

Se você mantém o foco na sua realidade você pode sutilizar, e você pode através do padrão ressonante sutil, ajudar outros a sutilizar também.

Mantenha a sua luz acesa para que os outros possam também ver a luz.

Nesta Terra, ninguém é pior ou melhor do que ninguém, todos tem a luz, uns estão mais despertos, outros mais adormecidos quanto a isso, mas todos tem a luz! Todos vão despertar, cada um no seu momento, cada qual pelas suas vivências, cada qual pela sua própria realidade.

#Cathiadgaya

#soldegaya

Infantilização

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INFANTILIZAÇÃO

A teoria do apego define laços que são formados com as figuras parentais ou seus substitutos e que surgem da necessidade do ser humano sentir-se seguro e protegido.

Com o crescimento, a dependência original caminha no sentido da indepentização. A criança desenvolve a autoconfiança necessária para explorar e enfrentar o ambiente e afastar-se progressivamente das figuras de apego iniciais.

Quando essa tendência natural não é satisfeita, pode haver um estancamento do processo, o que resulta em infantilização, ou permanência de sentimentos e comportamentos infantis em fases posteriores da vida. Inicialmente, a criança não desenvolve a curiosidade e bem-estar em conhecer o mundo.O novo tem sempre um significado ameaçador, enquanto ela continua fixada nas antigas referências afetivas.
Na fase adulta, estas referências tanto podem ser mantidas em pai ou mãe, como serem transferidas para outras fontes de satisfação das carências infantis. Estas fontes, por sua vez, despertarão sentimentos ambíguos de dependência e ressentimento, pois estarão somadas a antiga necessidade de apego e a sensação de que essa necessidade não foi satisfeita.

Como resultante, estará formado uma pessoa dependente, imatura, insegura e que não assume o seu papel adulto perante o mundo. Seus relacionamentos interpessoais serão caóticos e sempre haverá uma demanda que o outro jamais poderá corresponder.

Exerce sobre pessoas vulneráveis uma tirania sutil, com o objetivo de levá-las a retro alimentar essa infantilização. Faz birra , utiliza formas infantis de manutenção do poder. Como crises de choro, chantagens várias, habilidade em despertar culpa ou pena, sedução, todas as armas que estivarem disponíveis para submeter o outro e que chegam, às vezes, às raias de uma verdadeira arte, pois sabe também aparentar o encanto de uma criança.

Capta com facilidade os pontos vulneráveis do outro e, quando percebe que uma certa forma de agir atingiu o seu objetivo, tenderá a repetir e aperfeiçoar indefinidamente esse comportamento, pois qualquer alteração nesta rotina o levará aos mesmos sentimentos de insegurança, perda de controle e abandono que sentiu na infância. Da mesma forma que é dócil quando consegue impor as suas vontades, cria verdadeiras tempestades quando contrariada. Desenvolve muita habilidade em ameaçar com as mesmas armas que a amedronta: a rejeição.


O OUTRO LADO DA MOEDA

Como as relações são bilaterais, existe a contrapartida: o outro acolherá aquele relacionamento, também, por razões inconscientes. Obterá a ilusão de poder, de ser indispensável e de que não perderá jamais a companhia de quem se demonstra tão frágil e dependente. Assim, poderá exercer uma tirania própria com aquela criatura "boazinha" e submissa. Ao mesmo tempo, poderá exigir obediência como pagamento da própria atitude "bondosa", e pelas repetidas e incontáveis renúncias.

Este par simbiótico pode ser formado tanto por pais e filhos quanto por amigos "inseparáveis" ou, muito freqüentemente, por relações amorosas. Em qualquer um desses casos, existem as características de fechamento, cobranças e insatisfação permanentes.

Nesta bilateralidade e complementação, quem consegue reagir a alguém tão "bom" sem amargar profundos sentimentos de culpa? O mundo exterior freqüentemente é uma projeção do mundo interior. Vemos então duas pessoas que se conhecem sem se conhecerem, por mais que convivam, pois cada uma estará simbolizando uma mistura de figuras do próprio passado e quererá que a outra ao mesmo tempo reviva como resolva os seus traumas guardados.

A essa altura, já não se sabe mais quem é um ou outro, quem precisa ou depende mais de quem. Os papéis de dominador e dominado se revezam. Existe a sensação, para os dois, de que o outro jamais lhe faltará. As necessidades inconscientes satisfeitas, de ambas as partes, poderão perpetuar uma relação tão forte e difícil de romper quanto uma relação simbiótica mãe-bebê.

Iniciativas de cooperação assumem uma forma própria e distorcida, pois não são motivadas pelo desejo de participar e dividir e sim de manter um jogo que existe enquanto possa durar o que o que o determina, ou seja, o medo da perda e suas decorrências. "Coopero com o que você quer fazer desde que seja o que eu quero".

Confidências trocadas podem ser transformadas em verdadeiras confissões de culpa e serem usadas como armas para criticar, condenar e torturar. O princípio é "tudo o que você disser pode ser usado contra você. Cale-se, então".

Somatizações são maneiras constantes de falar o não dito, de reviver o que foi experimentado em uma época pré-verbal de desenvolvimento. Estas somatizações, por sua vez, são usadas também para pressionar e culpar o outro.

Estará plantado um relacionamento que tem uma moeda de troca, um ponto de honra: nenhum dos dois pode mudar ou crescer. A mudança é uma ameaça para ambos e qualquer tentativa neste sentido será punida com o risco que ambos temem: a rejeição, a perda.
A aversão à mudança não atinge apenas a relação afetiva, mas compromete outras áreas. Ambos podem produzir muito menos intelectual e financeiramente, ter um crescimento profissional muito aquém das potencialidades, manter relações de amizade raras, pobres e regredidas.

Costumam acalentar ilusões que os tornam ainda mais fechados um no outro. São ilusões de perfeição, de relacionamento perfeito e eterno.



O PARAISO PERDIDO

A saída desse estado pode dar-se de várias maneiras. A mais comum ocorre quando um dos dois deixa de corresponder às expectativas do outro (de posse, dependência e controle).

Como impera a idéia de perfeição, as falhas humanas não são permitidas. Aquele que "erra" deixa de ser confiável, pois não cumpre mais o "pacto". Passa a constituir uma ameaça, não externa, mas interna, que precisa também ser eliminada a qualquer custo: ou garantindo a volta ao estado anterior ou provocando uma dissonância tão insuportável que o vínculo tem que ser rompido. Não sem antes terem sido tentadas todas as formas antigas, e algumas atualizadas, de imposição.

Toda vez que ocorre um retorno à forma anterior de relacionamento ( como através de uma reconciliação após uma briga ), ele vem acrescido de novas mágoas e desconfianças que não são expressas, pois significariam novos riscos de perda. Assim, esses ressentimentos são guardados no mesmo inconsciente que guarda as crises e medos do passado e voltarão como mais medos e crises.

Novas formas de agir e de reagir a novas circunstâncias revelarão estruturas de funcionamento intactas, onde as vivências recentes vão apenas acrescentando modos atualizados, às vezes mais eficazes, de expressar as mesmas coisas.

O medo do novo mantém esse par. Externamente, obedece-se a uma "lei de silêncio" particular, onde só as superficialidades podem ser faladas. Esta lei pode sobreviver no tempo enquanto durar a vida dos dois, pois qualquer sofrimento é menor do que a hipótese de solidão.

Por vezes, porém, a ruptura ocorre. Explode a panela de pressão, com todos os riscos e conseqüências, que vão desde ameaças até a execução dessas ameaças. O que desencadeia esta explosão, quando tanto já foi tolerado e reprimido, pode ser a emergência do terceiro, como o pai que quebra o vínculo mãe filho na infância. Este terceiro está agora materializado na figura de um novo par para um dos dois envolvidos na relação.

Como a fase adulta vem trazendo as mesmas emoções infantis, mas diferentes condições físicas de expressá-las, os ódios que na fase do Édipo foram vividas na fantasia podem ser atualizados também de forma diversa. Encontramos assim as agressões descontroladas, tentativas ou execução de suicídio ou assassinato, além das costumeiras brigas e chantagens.

Colocam-se, então, os questionamentos: a infantilização é irremediável? Se não, como sair dela?



AMADURECER , COMO E QUANDO

O estado de infantilização pode ser superado de forma espontânea. Por exemplo, quando um dos componentes da díade consegue amadurecer, talvez por circunstâncias inesperadas. Pode surgir através de um afastamento inevitável, onde um novo ambiente e novas companhias despertam um adormecido desejo de individualização. Tal qual uma semente, este desejo vai crescendo e tomando forma, tornando-se maior que as culpas, medos e jogos que acompanham o processo de libertação.

A Psicoterapia, ainda que freqüentemente invadida por resistências, é outra forma de alcançar o amadurecimento.

 

Quando a terapia é individual, soa para o que se sente excluído do processo terapêutico como uma quebra de pacto. Este fato é sentido como traição e ameaça, e contra a terapia são dirigidos os ataques e pressões que podem surtir maior ou menor efeito.

Mesmo quando o par busca a terapia conjunta, às vezes o faz motivado pelo desejo inconsciente de conservar as formas antigas de relação, ameaçadas por alguma circunstância, que pode ser o desejo de mudança de um dos dois. À medida que a terapia se desenvolve, o jogo também entra em funcionamento e aquele que não quer mudar passa a atacar a terapia. A resistência não é à terapia, mas à mudança. Neste momento, é importante considerar o aspecto contratransferencial da relação terapêutica.
Na medida em que as raízes da infantilização são encontradas e trabalhadas em terapia, novas saídas e novos caminhos a serem percorridos na vida são descobertos.

Vemos uma constância nas hipóteses citadas: a saída do estado de infantilização é sempre um processo individual. O parceiro tenderá a desenvolver todas as formas ao seu dispor para interromper o processo e recuperar o domínio. Caso não obtenha sucesso no que pretende, restam-lhe as soluções, após muito conflito, de formar outro par que faça o mesmo jogo do anterior ou amadurecer também e descobrir um caminho paralelo, onde possam crescer juntos, um respeitando o espaço do outro.


Fui Parado de Morrer

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"FUI PARADO DE MORRER"

Eu tenho refletido sobre todas as maravilhosas almas santificadas que eu vim a conhecer desde que os sinais começaram.

Talvez porque hoje, 1º de dezembro, Dia Internacional de Luta Contra a Aids, eu também estou pensando nos 23 milhões de homens, mulheres e crianças que morreram, com mortes lentas e dolorosas, de Aids.

Os passados seis meses foram os mais desafiadores de minha própria vida.

Uma lição eu penso ter aprendido com a Aids e eu compartilho suas verdades nos anos que viverei.

Então, nesta carta, eu só quero lhe dizer obrigado por compartilhar seu amor comigo, simplesmente abraçando meu pequeno livro.

Um dia, no meio de toda a loucura da Aids e a meus próprios medos, eu fui parado de morrer, em meus passos, por uma minúscula voz dentro de minha cabeça dizendo:

"Não é sua hora ainda." O que é isto?...

Você poderá ter um ano ou um dia, mas definitivamente é tempo para deixar de esperar pela vida acontecer e começar a viver como se cada dia fosse o seu último dia.

Eu comecei a reavaliar e redefinir tudo sobre quem eu era e o quanto eu realmente suportava.

Eu aprendi a lutar pela minha vida e a não desperdiçar vivendo debaixo de uma nuvem de impedimentos e destruição.

Eu percebi que a vida raramente é justa, e nós sempre não adquirimos o que nós pensamos que merecemos.

Às vezes, as coisas ruins vêm de pessoas boas que nunca suspeitamos.

Entretanto, esta é a maneira da vida.

Eu nunca poderia prever minhas próprias experiências com a perda.

Minhas incontáveis perdas tiveram uma vida, que, afirmo eventualmente, tiveram efeito.

Os sofrimentos deram lugar a um novo significado.

Todos nós temos habilidade para sermos sobreviventes.

Freqüentemente nós somos simplesmente desavisados da situação imediata.

Esperanças podem se transformar em traumas em um novo começo.

A situação mais assustadora pode servir para nos ajudar a retornar ao que é realmente importante na vida.

A força para transcender as perdas permanece dentro de cada um de nós.

Pode ser um clichê, mas permanece verdadeiro: tudo o que não nos mata pode nos fazer mais forte.

A Aids me humilhou e me ensinou a agradecer, e a ter conforto nas milhares de coisas que as pessoas em geral só podem sonhar, as coisas que eu sempre tomei por garantias: um refrigerador bem-provido, uma cama morna e suave, água corrente, limpa e bebível, uma longa e quente ducha.

Eu estou aprendendo a viver a vida no momento.

Joel Rothschild é autor de Sinais " Uma História Sobre a Vida Depois da Vida, lançado no Brasil em 2002

Falando de Amor e Sexo

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FALANDO DE AMOR E SEXO

"Amor é propriedade.
Sexo é posse.
Amor é a lei;
sexo é invasão"

 


O amor é uma construção do desejo. Sexo não depende de nosso desejo; nosso desejo é que é tomado por ele. Ninguém se masturba por amor. Ninguém sofre com tesão. Amor e sexo, são como a palavra farmakon em grego: remédio ou veneno - depende da quantidade ingerida

 

O sexo vem antes. O amor vem depois. No amor, perdemos a cabeça, deliberadamente. No sexo, a cabeça nos perde. O amor precisa do pensamento. No sexo, o pensamento atrapalha.

 

O amor sonha com uma grande redenção. O sexo sonha com proibições; não há fantasias permitidas. O amor é o desejo de atingir a plenitude. Sexo é a vontade de se satisfazer com a finitude. O amor vive da impossibilidade - nunca é totalmente satisfatório. O sexo pode ser, dependendo da posição adotada. O amor pode atrapalhar o sexo. Já o contrário não acontece. Existe amor com sexo, claro, mas nunca gozam juntos.

 

O amor é mais narcisista, mesmo entrega, na 'doação'. Sexo é mais democrático, mesmo vivendo do egoísmo. Amor é um texto. Sexo é um esporte. Amor não exige a presença do 'outro'. O sexo, mesmo solitário, precisa de uma 'mãozinha'. Certos amores nem precisam de parceiro; florescem até na maior solidão e na saudade. Sexo, não - é mais realista. Nesse sentido, amor é uma busca de ilusão. Sexo é uma bruta vontade de verdade. O amor vem de dentro, o sexo vem de fora. O amor vem de nós. O sexo vem dos outros. 'O sexo é uma selva de epilépticos' (N. Rodrigues). O amor inventou a alma, a moral. O sexo inventou a moral também, mas do lado de fora de sua jaula, onde ele ruge.

 

O amor tem algo de ridículo, de patético, principalmente nas grandes paixões. O sexo é mais quieto, como um caubói - quando acaba a valentia, ele vem e come. Eles dizem: 'Faça amor, não faça a guerra'. Sexo quer guerra. O ódio mata o amor, mas o ódio pode acender o sexo. Amor é egoísta; sexo é altruísta. O amor quer superar a morte. No sexo, a morte está ali, nas bocas. O amor fala muito. O sexo grita, geme, ruge, mas não se explica.

 

O sexo sempre existiu - das cavernas do paraíso até as 'saunas relax for men'. Por outro lado, o amor foi inventado pelos poetas provençais do século XII e, depois, relançado pelo cinema americano da moral cristã. Amor é literatura. Sexo é cinema. Amor é prosa; sexo é poesia. Amor é mulher; sexo é homem - o casamento perfeito é do travesti consigo mesmo. O amor domado protege a produção; sexo selvagem é uma ameaça ao bom funcionamento do mercado. Por isso, a única maneira de controlá-lo é programá-lo, como faz a indústria da sacanagem. O mercado programa nossas fantasias.

 

Não há 'saunas relax' para o amor, onde o sujeito entre e se apaixone. No entanto, em todo bordel, finge-se um 'amorzinho' para iniciar. O amor virou um estímulo para o sexo.

 

O problema do amor é que dura muito, já o sexo dura pouco. Amor busca uma certa 'grandeza'. O sexo é mais embaixo. O perigo do sexo é que você pode se apaixonar. O perigo do amor é virar amizade. Com camisinha, há 'sexo seguro', mas não há camisinha para o amor.

 

O amor sonha com a pureza. Sexo precisa do pecado. Amor é a lei. Sexo é a transgressão. Amor é o sonho dos solteiros. Sexo, o sonho dos casados.

 

Amor precisa do medo, do desassossego. Sexo precisa da novidade, da surpresa. O grande amor só se sente na perda. O grande sexo sente-se na tomada de poder. Amor é de direita. Sexo, de esquerda - ou não, dependendo do momento político. Atualmente, sexo é de direita. Nos anos 60, era o contrário. Sexo era revolucionário e o amor era careta".

 

Texto de Arnaldo Jabor

Faça a Diferença

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FAÇA A DIFERENÇA!

Nesta entrevista o terapeuta organizacional Gustavo Boog, autor do livro "Faça a Diferença", Ed.Infinito, ensina como construir sua competência pessoal e transformar seus potenciais em realidade.

" O que é ser competente?
A competência envolve três elementos básicos: saber fazer, querer fazer e poder fazer.
Saber fazer = conjunto de conhecimento, experiência, educação, treinamento e habilidades.
Querer fazer = é a motivação, a vontade, a garra e a persistência. Esta motivação é que faz com que as pessoas façam a diferença na vida.
Poder fazer = é ter as condições técnicas para executar o trabalho, como um computador que funcione bem por exemplo.

" Qualquer um pode fazer a diferença?
Você pode fazer a diferença desde que você esteja disposto a assumir a responsabilidade por este processo, esteja disposto a se preparar para fazer a diferença, e reconheça que existe dentro de você este potencial e esta centelha divina.

" O que é o poder pessoal?
É você estar no domínio da situação. Ter nas mãos as rédeas da própria vida. Não é ter poder autoritário, mas não se colocar como vítima do destino. Porque quando a pessoa se coloca como vítima, ela simplesmente se exime de qualquer tipo de responsabilidade. É preciso também ter uma auto-estima elevada. E necessário que a pessoa se aceite por inteiro e tenha consciência do seu real valor.

" Como adquirir este poder pessoal?
É um trabalho de uma vida, que acontece gradualmente. Seu conjunto de metas e possibilidades se modificam durante a vida. Este poder se manifesta na sua profissão, nas suas relações de amizade, nos seus hobbies, nas suas relações familiares, na sua ação comunitária e social. É fundamental estabelecer um prazo para cumprir as metas, adequando suas potencialidades à sua meta, para que uma meta não se transforme num objeto de frustração.

Música de Gonzaguinha define o que é ser competente e poderoso "O que é, o que é" (Luiz Gonzaga Jr - Gonzaguinha)
Eu fico com a pureza das respostas das crianças: é a vida, é bonita e é bonita/
Viver e não ter a vergonha de ser feliz/
Cantar e cantar e cantar a beleza de ser um eterno aprendiz/
Ah, meu Deus, eu sei, eu sei que a vida devia ser bem melhor e será/
Mas isso não impede que eu repita: é bonita, é bonita e é bonita!/
E a vida, e a vida o que é, diga lá, meu irmão?/
Ela é a batida de um coração/
(...)
Somos nós que fazemos a vida/
Como der, ou puder ou quiser/
Sempre desejada por mais que esteja errada/
Ninguém quer a morte, só saúde e sorte/
É a pergunta agora que a cabeça agita/
Fico com a pureza das respostas das crianças: é a vida, é bonita, é bonita e é bonita!


Como transformar os seus potenciais em realidade?
Existe um roteiro de navegação para isto, ou seja: Aonde estou hoje? Para onde eu quero ir? Qual é o caminho? No fundo o "fazer a diferença" e, adquirir o poder pessoal, é você responder, muito honestamente, (fala com ênfase) a estas três perguntas. Conhecer também suas habilidades (potencialidades - para atuar em cima delas) e saber como é a sua forma de agir. Se você age como um Rei, um Guerreiro, um Mago ou um Amante, ou seja, "Como é que eu sou?"

Como é cada um destes quatro elementos?
O Mago possui o Elemento Terra, busca organizar e estruturar os processos. É um grande planejador.
O Amante possui o Elemento Água, está ligado às emoções e ao trabalho em equipe.
O Guerreiro possui o Elemento Fogo, assume uma missão e a leva às últimas conseqüências. É como um trator que executa tudo com garra.
O Rei possui o Elemento Ar, está sempre disposto a iniciar projetos novos, tem idéias criativas, senso de justiça e sabedoria.
Cada um de nós temos essas quatro forças. Devido às nossas características, educação e paradigmas, tendemos a valorizar mais alguns destes papéis.O desafio do profissional é equilibrar estas quatro vertentes.
Terra, Água, Fogo e Ar Terra (Mago): pessoas do Elemento Terra agem com praticidade e objetividade. Pegam a energia do fogo e fazem esta energia funcionar de forma econômica e enxuta. O diálogo com esta pessoa deverá ser prático e objetivo.
Água (Amante): pessoas do Elemento Água são muito ligadas às emoções. Um diálogo voltado para as questões do destino, da sensibilidade e das emoções funcionam com estas pessoas.

Fogo (Guerreiro): pessoas do Elemento Fogo possuem a linguagem da ação, colocam as coisas para funcionarem, fazem a roda girar, possuem iniciativa. A linguagem que estas pessoas entendem é a linguagem da ação, ou seja expor o ato em si e estimular a pessoa a interagir, instigar a ação em relação a qualquer problema.
Ar (Rei): pessoas do Elemento Ar agem através do intelecto, pensamento, lógica e comunicação. O diálogo com estas pessoas tem que ser lógico, inteligente com começo meio e fim.

Qual é o caminho para vencer o medo diante da vida?
O jornalista Elio Gaspari publicou num grande jornal uma história chamada "Lição de Coragem". Uma professora pede para um grupo de alunos uma redação sobre o tema coragem. Decorrido um ou dois minutos, um aluno entregou uma redação com apenas a seguinte frase "Coragem é isso". O aluno ganhou nota 10. Em vez de ficar pensando sobre a coragem ele tomou uma decisão e agiu colocando a coragem em prática.

Quinze dicas você para fazer a diferença:
" Abra mais espaço para as emoções e a intuição, ouça o que o seu coração diz.
" Faça coisas que você ama. Ame as coisas que faz. Use seu tempo com sabedoria, dedicando-se ao que é realmente importante.
" Defina e honre limites saudáveis em todos os relacionamentos. Não deixe os limites vagos ou sem definição. Construa limites, mas não muralhas.
" Equilibre melhor a busca de resultados e a dimensão humana. Não seja um "trator" que esmaga as pessoas.
" Equilibre melhor o falar e o ouvir.
" Não julgue e não critique tanto.
" Saiba o que se passa em sua área de trabalho. Vá aonde os fatos estão ocorrendo. Converse com as pessoas. Saia da sua cadeira!
" Procure manter a tranqüilidade no meio do caos e da confusão. Nós somos donos de nossos pensamentos e de nossas emoções. Estar serenos é uma opção nossa.
" Renda-se às evidências: se elas indicam um caminho diferente do seu, deixe o orgulho de lado. Aceite a realidade como ela é.
" Não se preocupe e nem se aborreça tanto com as coisas. Um dia de cada vez.
" Faça elogios, mas com sinceridade.
" Esteja com seus velhos e novos amigos de tempos em tempos. Renove as relações.
" Tome uma atitude de força, poder e positivismo.
" Amplie continuamente seus conhecimentos. Esta é a base de seu sucesso pessoal e profissional.
" Seja mais cuidadoso e carinhoso com você mesmo. Cuide-se melhor. Não seja tão exigente e tão implacável consigo mesmo.

Fonte: Faça a Diferença, Gustavo Boog

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