Pense Antes de Usar Drogas

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PENSE ANTES DE USAR DROGAS...


TRAFICANTE - Fala aê mermão...

FILHO - Me
arruma um pó de cinqüenta.

TRAFICANTE - Segura aê...

FILHO - Valeu.

TRAFICANTE - O pó tá acabando... mas amanhã a gente vai invadir o morro ali do lado. Vamú tomá as boca e ficá cus bagulho...

FILHO - Já é. Demorô... invade mermo... domina geral...
Se entrar na frente mete bala de "AK".

TRAFICANTE - Valeu, "preibóy"... É nois...
(no outro dia)

MÃE - Bom dia meu filho... que cara é essa...??

FILHO - Nada...

MÃE - Você está bem?

FILHO - Tô bem, pô!! Que saco... me deixa em paz... merda. (a essa altura, o filho ainda drogado se tranca
no quarto. A mãe preocupada bate da porta...)

MÃE
- Meu filho... estou indo pro trabalho...
deixei seu café pronto, um beijo, fique com Deus.

FILHO - Não enche.. vai logo... (a mãe pega o carro e se dirige ao trabalho, quando de repente em uma rua qualquer....)

TRAFICANTE - Paraê Tia... perdeu... perdeu...

TRAFICANTE - Sai... Sai... Sai...(em desespero a pobre mulher tenta fugir e arranca com o carro - uma rajada de tiros acontece...)
(em casa o telefone toca)

FILHO - Alô!

POLICIAL - Quem fala?

FILHO - Quer fala com quem?

POLICIAL- Aqui é o Tenente Alberto, eu poderia falar com algum parente da Sra Rita?

FILHO - Po...polícia?? (o filho desliga o telefone sem ouvir o policial.Minutos depois ele sai de casa pra comprar mais pó. Logo a frente tem uma visão terrível...)

FILHO - Mãeeeeeeeeeeee !!! Não! Não!

FILHO - Como isso pode acontecer?

POLICIAL- Sinto muito, traficantes tentaram roubar o carro de sua mãe pra invadir um morro... eles a mataram.

FILHO - Mãee! Nãão....


ANTES DE "CURTIR" UMA ONDA NOVA,
ANTES DE DAR UM TEQUINHO INOCENTE,
ANTES DE FUMAR UM BAGULHINHO NATURAL,
ANTES DE DAR DINHEIRO AO TRÁFICO PARA QUE ELES
COMPREM UM ARSENAL E MATEM ALGUÉM QUE VOCÊ REALMENTE GOSTA, PARE E FAÇA ALGO QUE VOCÊ NÃO FAZ HÁ MUITO TEMPO...
PENSE!
ISSO TUDO QUE ESTÁ ACONTECENDO É CULPA DE QUEM USA DROGAS E ENCHE O BOLSO DESSES VAGABUNDOS C/ DINHEIRO.
VAMOS PASSAR PRA FRENTE ESSE PROTESTO!!!

"Quem compra drogas patrocina a violência."
 
 
PENSE NISSO !
 

Onde estava Deus em 11 de setembro de 2001?

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Onde estava Deus em 11 de setembro de 2001 ?

Muitos de nós escutamos esta pergunta nos últimos dias:
Onde estava Deus, quando as Torres gêmeas de Nova York e o Pentágono foram atacados ?
Bem, quero dizer que eu sei onde estava Deus .
Na manhã de 11 de setembro de 2001...
O nosso Deus, estava muito ocupado.
Deus estava distraindo as pessoas que pensavam em pegar seus vôos da Aerolíneas American e United.
Os quatro aviões juntos teriam capacidade para 1000 passageiros, mas nessa manhã só viajaram 266.
Deus estava a bordo dos quatro aviões, cuidando um trágico destino.
Ele estava dando calma aos aterrorizados passageiros em cada avião.
Nenhuma das famílias que receberam as ultimas chamadas de seus queridos dentro dos aviões, através de seus telefones celulares, disse que escutara gritos de passageiros dentro do avião Deus estava com cada um deles, dando-lhes consolo.
E mais, Deus estava dando forças e coragem a três passageiros do avião que caiu na Pensilvânia, para lutarem contra os seqüestradores e assim pudessem evitar uma tragédia maior.
..Deus estava muito ocupado, criando obstáculos para milhares de empregados das Torres gêmeas.

Depois de tudo, somente 20.000 pessoas estavam nas torres quando o primeiro avião bateu.

Nos edifícios juntos trabalham cerca de 50.000 pessoas.
Muita gente que trabalha nas Torres disse a imprensa que tinham tido mau pressentimento, e ficaram com medo, seus despertadores não tocaram, perderam o ônibus, perderam o trem,etc...etc... e chegaram tarde ao trabalho... e se salvaram. Depois que os dois aviões cumpriram seu macabro objetivo, Deus estava com os bombeiros, encorajando-os a dar suas vidas para salvar a vida de outros.
E Deus estava, também, sustentando, com suas mãos, as torres de 110 pisos cada uma, para que milhares de pessoas tivessem tempo de escapar.
E quando finalmente já não pode com o tremendo peso das paredes de cimento e vigas de aço, as torres ruíram, e ruíram para baixo, e não para os lados.Isto também foi um milagre, pois se as torres não tivessem caído para baixo, haveriam arrasado junto com elas, mais de vinte quadras ao redor e milhares mais haveriam morrido ...
E quando as torres desabaram... Deus abriu os braços e recolheu 6.000 de seus filhos e os levou com Ele ao céu, repetindo-lhes uma e mil vezes, até a exaustão, "o pior já passou; agora estão comigo, não sofram, porque ao meu lado gozarão de vida eterna."
Deus chegou às portas do céu, ali depositou as 6.000 almas que recolheu e logo cobriu o rosto com as mãos e chorou...

Sim, Deus chorou...
Chorou pela alma de 19 de seus filhos que não pode salvar e que se perderam para sempre, por terem vivido com tanto ódio em seus corações.
E isto não foi tudo... Deus desceu de novo à terra para dar consolo e resignação a cada uma das viúvas que perderam seus maridos, e aos maridos que perderam suas mulheres, e aos filhos que perderam seus pais e aos pais que perderam seus filhos, e se chegou à casa das pessoas que foram afetadas por esta tragédia, dando-lhes força para seguir adiante com suas vidas.
E meu Deus seguirá sempre com todos nós.

Ele é a força, é motor, e pilar de nossas vidas;
Ele nunca nos abandona nos momentos difíceis.
Sendo assim, se alguém te perguntar "e onde estava Deus em 11 de setembro de 2001?", diga-lhe com muito orgulho e certeza que...
DEUS ESTAVA EM TODOS OS LADOS.
Apesar de todos os danos e da magnitude desta tragédia, eu vejo o rosto de Deus em cada parte dela.

Que Deus te abençoe!!!
PAZ !!!
Autor desconhecido
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O Simbolismo do Anel Nupcial

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O SIMBOLISMO DO ANEL NUPCIAL

O simbolismo do anel é vastíssimo, bastando dizer que várias culturas o incorporaram em seus mitos, revelando a natureza de seu poder e dimensão de seus efeitos sobre aqueles que o possuíam.

Cada anel tem características próprias, definidas pelo material de que é feito, inscrições, pedras neles incrustadas, ritos atribuídos e sagrações. Com certeza, evoca o sentido de eternidade e continuidade das forças universais, manifestando a idéia do círculo de poder e pacto entre os homens e deuses.

Mas, o que na verdade representa o anel nupcial? Muita gente casada, ou que está noiva, pouco sabe sobre o simbolismo do anel nupcial.

Para alguns, presentear a outra parte com o anel nupcial (aliança) é um convite ao selamento matrimonial; para outros, apenas um objeto de pura vaidade e capricho.

O fato é que esse pequeno e delicado adereço encerra em si um poderoso elemento de ligação entre a anima e o animus.

Antes de mais nada, a sua própria forma circular é uma representação da alma e reporta-se ao self (Si-Mesmo).

Isto quer dizer que quando há a troca de alianças (no noivado ou casamento), inconscientemente está havendo um intercâmbio anímico, como se cada uma das partes recebesse a essência da alma da outra. E por que o ouro é o metal preferido na confecção das alianças?

Não só por sua beleza, mas o ouro é um metal nobre que tem correspondência direta com o Sol, com a luz e com a consciência. É um metal alquímico, e transmite também o significado de sua raridade; tal como um herói mítico, o homem que compra as alianças e a oferta à sua parceira percorreu todo um caminho iniciático até ali, vencendo provações ou desafios na sua relação (junto à sua parceira), e como prêmio raro, oferece a aliança como tesouro conquistado no fim de sua jornada.

Na verdade, a jornada está apenas para recomeçar, pois a fase em que a aliança se encontra na mão direita (ativa, equivalente ao hemisfério esquerdo do cérebro " racionalidade, lógica, análise) cumprirá sua prova de fogo para provar seu amor, e normalmente terá que se desdobrar junto à sua parceira para formularem o embasamento do lar.

Quando a aliança é consagrada no festivo dia matrimonial, ela passa para a mão esquerda (passiva, equivalente ao hemisfério do cérebro " emoção, intuição, sentimento), então a nova jornada do casal será a nova estrutura familiar formada e todas responsabilidades advindas do processo. Logo, todo processo é um ato consciente de fusão anímica (ou pelo menos deveria ser). Outro aspecto importante que reforça o simbolismo solar da aliança, é o fato de o dedo anelar ter correspondência na quirologia com o Sol. Logo, todo rito que vai do noivado até o casamento é solar, que expressa luz e invoca a verdade.

Não deixarei de citar também o simbolismo sexual por detrás do dedo e da aliança: o dedo como símbolo fálico (lingan) e o anel como símbolo vaginal (yoni) sela também o ato sexual que culmina com a lua-de-mel.

A inscrição do nome de cada parceiro é feita tradicionalmente do lado interno da aliança. Isso simboliza duas coisas: a primeira, é que o nome, como mantra sagrado, se mantém protegido na parte de dentro do círculo. Ou seja, o poder daquele nome "fica restrito ao portador da aliança" (isso é uma metáfora); a segunda, que só aquele que porta a aliança sabe exatamente o que está escrito em sua face interior (além do nome de seu (sua) parceiro(a), algumas pessoas também inscrevem datas, palavras de amor, símbolos como o coração etc.) e mantém o conteúdo protegido do olhar de estranhos.

Comprova-se aí a importância do círculo como área delimitada, sinalizando um campo de energia e força. A aliança impõe ao seu usuário a condição de amo e escravo ao mesmo tempo: a troca de alianças passa também a ser o elo de poder entre as partes na relação, mas também o agrilhoamento simbólico do casal.

Na verdade, essa não é uma condição que expressa submissão: a escolha do parceiro ou da parceira tem relação direta com o animus e a anima, logo, você escolhe seu reflexo interior e se funde simbolicamente através do anel.

Um importante símbolo é inserido dentro do casamento católico: a criança, normalmente uma menina (dama de honra), leva as alianças ao padre. A criança representa a pureza de intenção, e é ela quem conduz as alianças até o ato de sagração final. Em alguns antigos ritos pagãos, a exemplo do celta, utilizava-se a coroa de flores para ser colocada na cabeça da jovem que se casava, e normalmente era uma criança que a carregava no ato cerimonial e entregava ao sacerdote. Apesar de símbolos com diferenças de interpretação, a coroa nupcial e o anel mantêm estreita relação, pois ambas são figuras circulares. No ato das bodas de prata (25 anos), é acrescida pelo casal uma fina camada folheada de prata, normalmente representando uma coroa de louro de prata como prêmio conquistado após 25 anos de casados, reafirmando os votos matrimoniais. A prata é um metal que corresponde à Lua, logo, é acrescida uma coroa lunar ao símbolo então solar. É como se a relação entrasse numa fase mais interiorizada, mais yin, mais sublime.

O louro sempre foi considerado uma planta ligada aos nobres, logo, a folhagem de louro em prata marca um ciclo de magnificência conquistado pelo casal. Também evoca, de certo modo, a maturidade atingida na relação.

A Lua também tem relação com a família; e nessa altura do campeonato é bem possível que ela tenha crescido o suficiente para sinalizar o potencial lunar.

As bodas de ouro (50 anos) reafirma o compromisso solar feito no dia do casamento (consciência, luz, verdade). O casal recebe um novo par de alianças normalmente levado pelo(s) filho(s) - frutos da união solar e lunar. Isso evoca simbolicamente que o ciclo solar foi completado pelo casal e há um renascimento da relação, só que no nível espiritual.

O fato de os filhos levarem as alianças também implica, inconscientemente, que os descendentes devem selar o compromisso solar com suas respectivas parceiras. Quero frisar que a sagração das alianças independe de Igreja ou templo que o casal possa estar integrado.

O rito de troca de alianças é sempre um momento ímpar, e deveria ser feito primeiramente pelo casal a sós. Atribuo a isso o que Jung chamava de momentum, ou seja, é um ato único no tempo e espaço criado exclusivamente pelas partes envolvidas na relação.

A aliança tem mais poder e sentido para a mulher do que para o homem, já que o círculo é uma figura geométrica feminina (pois encerra em seu interior um sentido analogamente ao útero).

Logo, meninos, ao ofertar a aliança à sua parceira, lembrem-se que está ofertando sua alma à ela, para todo sempre e por toda eternidade.

Giancarlo Kind Schmid é tarô-terapeuta, teórico junguiano e simbologista.

O que é o Bullying?

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O que é o Bullying?

Muitas pessoas já foram ou ainda são caçoadas por alguém, tiveram ou têm apelidos, sofreram fofocas, discriminação etc. Porém existe um problema muito importante que acontece quando essas "brincadeiras" servem para mascarar uma violência maior, o que caracteriza o bullying. Este é um problema grave ocorrido principalmente nas escolas, que consiste num conjunto de atitudes agressivas, premeditadas e repetidas contra um ou mais alunos, sem motivação aparente. O bullying causa muita angústia e ocorre dentro de uma relação desigual de poder, favorecendo a intimidação de suas vítimas. [1]

Entre as atitudes que definem uma situação de bullying no ambiente escolar, pode-se destacar: colocar apelidos, ofender, humilhar, caçoar, discriminar, excluir, intimidar, perseguir, aterrorizar, dominar, agredir fisicamente, roubar, quebrar pertences, entre outros. 1 Embora as brincadeiras e os apelidos sejam comuns no ambiente escolar, o bullying não deve ser considerado brincadeira de criança nem desentendimentos eventuais entre os colegas.

Esse fenômeno começou a ser investigado na Europa há cerca de 10 anos, quando o suicídio de adolescentes tomou evidência na mídia. 2Estudos mostram que ocorre no mundo todo, podendo levar suas vítimas ao rebaixamento da auto-estima e até mesmo ao suicídio. Os casos que terminam em homicídio (visto em muitas escolas, principalmente no Estados Unidos), são raros. O mais comum é a vítima sofrer em silêncio, geralmente por medo ou vergonha.

[2]

Os casos de homicídio dentro das escolas que repercutiram na mídia, tanto no Brasil como nos Estados Unidos (por exemplo, a tragédia em Columbine), possuem uma característica em comum: foram praticados por alunos que sofreram bullying por parte dos colegas.

A motivação para a prática do bullying nem sempre é evidente. Um aluno pode ser escolhido para ser vítima devido a alguma característica que o distingue dos demais, por exemplo: diferenças étnicas, o jeito de andar ou de falar, aspecto corporal (muito alto, muito baixo, gordo ou magro demais), etc.

[3]

Dentro desse fenômeno, algumas características podem ser destacadas de acordo com o papel que cada indivíduo assume : 1

- alvos de bullying: alunos que só sofrem bullying;

- alvos/autores de bullying: alunos que mesclam suas atitudes; ora sofrem, ora praticam ;

- autores de bullying: alunos que só praticam;

- testemunhas de bullying: aqueles que não sofrem nem o praticam, mas que convivem com o problema.

Na maioria das vezes, os alvos são aqueles adolescentes e crianças que dispõem de pouca ou nenhuma habilidade para lidar com as agressões dos autores. Geralmente são pouco sociáveis e têm baixa auto-estima, que se agrava pelas intimidações causando desesperança quanto à adequação a qualquer grupo. 1,

[4] Muitos deles apresentam queda no desempenho escolar, resistem ou até mesmo acabam se recusando a ir para a escola, fingindo estarem doentes. 1

Os autores são aqueles alunos que causam pouca empatia nos demais, geralmente fazem parte de uma estrutura familiar deficiente, na qual aprendem que seus problemas podem ser resolvidos com a agressividade. Muitos podem apresentar comportamentos anti-sociais na fase adulta, como delinqüência e criminalidade. 1 Estudos mostram que esses jovens em sua maioria, são usuários de cigarro e álcool, e pertencem aos níveis sócio-economômicos mais baixos. 4

Embora as testemunhas não sofram diretamente com o bullying, muitos se sentem incomodados por conviver dentro desse contexto, porém podem não expressar seu descontentamento por terem medo de se tornarem as próximas vítimas . 1

Os meninos são mais propensos ao bullying, tanto no papel de alvos como de autores. Enquanto os meninos sofrem mais de agressões físicas, as meninas encontram-se mais suscetíveis às agressões psicológicas , como o isolamento do grupo e a difamação. 4 Os resultados de uma pesquisa feita no Brasil, com 5875 alunos do Ensino Fundamental II, mostrou que 40,5% dos mesmos admitiram o envolvimento direto com o bullying, sendo 16,9% alvos, 10,9% alvos/autores e 12,7% autores . 1

Conseqüências

O bullying, quando não assistido de forma adequada, pode oferecer riscos de conseqüências importantes para a escola e os alunos, estejam eles em qualquer um dos papéis já mencionados. A escola pode ficar "contaminada", pois à medida que não toma providências sobre o problema, outros alunos podem vir a se tornar autores . Os alvos podem não superar o sofrimento vivido, e crescer com sentimentos negativos, reforçar a baixa auto-estima, ter problemas de relacionamento na fase adulta, ou apresentar comportamento agressivo. Em casos extremos, podem tentar ou cometer suicídio. Os alunos autores podem se tornar adultos agressivos, adotar a prática de violência familiar, ou mesmo apresentar comportamentos anti-sociais, inclusive criminosos.

 

O que fazer?

Os pais podem identificar se o filho está sendo alvo de bullying a partir de alguns comportamentos: marcas de agressão física ou ferimentos, roupas rasgadas ou materiais danificados, insônia, agressividade com os irmãos, ansiedade, retraimento, medo de ir a escola, "perda" freqüente de dinheiro e objetos, queda no rendimento escolar, mudanças de humor, evitar falar sobre o que está acontecendo, tentar ou cometer suicídio. Os pais devem tranqüilizar a criança, NUNCA culpá-la pelo que acontece, elogiá-la quanto à sua coragem de falar sobre o assunto, e entrar em contato com a escola o mais rápido. 1,

[5]

A família de crianças que são autores de bullying deve expor que ela está necessitando de ajuda, evitar intimidá-la ou ameaçá-la, pois isso só pioraria a situação, mostrar que a ama, embora não aprove seus comportamentos, procurar saber como pode ajudá-la e se esforçar para isso, dar limites para controlar a situação, ajudá-la a encontrar outras formas de expor suas insatisfações, encorajá-la a pedir desculpas pessoalmente ou por carta, elogiá-la sobre as atitudes positivas que venha a ter. 1

No caso dos pais perceberem que as seqüelas do bullying são muito intensas e a criança permanecer com os mesmos comportamentos, sejam alvos ou autores, a procura da orientação de um psicólogo faz-se necessário para minimizar os efeitos na vida da criança, e assim torná-la uma pessoal saudável.

Referências bibliográficas

 

http://www.bullying.com.br

http://www.educacional.com.br/reportagens/bullying/default.asp

http://www.nobully.org.nz/advicek.htm

http://www.apa.org/monitor/oct02/bullying.html

http://www.bullying.co.uk

O Poder da Validação

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O PODER DA VALIDAÇÃO (vulgo Elogio)

Texto de Stephen Kanitz

 

Todo mundo é inseguro, sem exceção.

Os superconfiantes simplesmente disfarçam melhor.

Não escapam pais, professores, chefes nem colegas de trabalho. Afinal, ninguém é de ferro.

Paulo Autran tremia nas bases nos primeiros minutos de cada apresentação, mesmo que a peça já tenha sido encenada 500 vezes. Só depois da primeira risada, da primeira reação do público, é que o ator relaxava e partia tranqüilo para o resto do espetáculo.

Eu, para ser absolutamente sincero, fico inseguro a cada artigo que escrevo e corro desesperado para ver os primeiros e-mails que chegam.

Insegurança é o problema humano número um.

O mundo seria muito menos neurótico, louco e agitado se fôssemos todos um pouco menos inseguros.

Trabalharíamos menos, curtiríamos mais a vida, levaríamos a vida mais na esportiva.

Mas como reduzir essa insegurança? Alguns acreditam que estudando mais, ganhando mais, trabalhando mais resolveria o problema. Ledo engano, por uma simples razão: segurança não depende da gente, depende dos outros.

Está totalmente fora do nosso controle. Por isso segurança nunca é conquistada definitivamente, ela é sempre temporária, efêmera...

Segurança depende de um processo que chamam de "validação", embora para os estatísticos o significado seja outro.

Validação estatística significa certificar-se de que um dado ou informação é verdadeiro, mas eu uso esse termo para seres humanos.

Validar alguém significa que essa pessoa existe, que ela é real, verdadeira, que ela tem valor.

Todos nós precisamos ser validados pelos outros, constantemente.

Alguém tem de dizer que você é bonito ou bonita, por mais bonito ou bonita que você seja.

O autoconhecimento, tão decantado por filósofos, não resolve o problema.

Ninguém pode autovalidar-se por definição.

Você sempre será um ninguém a não ser que outros o validem como alguém.

Validar o outro significa confirmá-lo, como dizer: " você tem significado para mim".

Validar é o que um namorado ou namorada faz quando lhe diz: "gosto de você pelo que você é".

Quem cunhou a frase: "por trás de um grande homem existe uma grande mulher" (e vice- versa) provavelmente estava pensando neste poder de validação que só uma companheira amorosa e presente no dia-a-dia pode dar.

Um simples olhar, um sorriso, um singelo elogio são suficientes para você validar todo mundo.

Estamos tão preocupados com a própria insegurança que não temos tempo para sair validando os outros.

Estamos tão preocupados em mostrar que somos o "máximo" que esquecemos de dizer a nossos amigos, filhos e cônjuges que o "máximo" são eles.

Puxamos o saco de quem não gostamos, esquecemos de validar aquele que> admiramos.

Por falar de validação, criamos um mundo consumista, onde se valoriza o ter e não o ser.

Por falta de validação, criamos um mundo onde todos querem mostrar-se ou dominar os outros em busca de poder.

Validação permite que pessoas sejam aceitas pelo que realmente são e não pelo que gostaríamos que fossem.

Mas, justamente graças à validação, elas começarão a acreditar em si mesmas e crescerão para ser o que queremos.

Se quisermos tornar o mundo menos inseguro e melhor, precisaremos treinar e exercitar uma nova competência: validar alguém todo dia.

Um elogio certo, um sorriso, os parabéns na hora certa, uma salva de palmas, um beijo, um dedão para cima, um "valeu cara, valeu".

Você já validou alguém hoje?

Então comece já, por mais inseguro que você esteja.

O pesadelo das entrevistas

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O pesadelo das entrevistas

 
 

A entrevista é sempre um risco. Afinal, é dela que vai depender a sua carreira. Encha-se de coragem, prepare-se e esteja confiante. Naqueles "longos" minutos a sua vida pode mudar.

A própria situação da entrevista não é confortável. Chamam pelo seu nome e a partir do momento em que passa a porta já está a ser analisado. Pode ter um bom currículo, mas se não for capaz de impressionar é o suficiente para ser eliminado.

O entrevistador vai tentar descobrir os seus pontos fortes e fracos. As inúmeras perguntas e algumas rasteiras vão coloca-lo à prova. É um jogo onde cada gesto, cada palavra vão determinar o resultado final da entrevista e a conquista do emprego.

Esteja consciente destes dados, mas não pense que o entrevistador é um inimigo que o quer atacar. Adote um comportamento calmo e seguro, revele as suas competências e afaste os medos. Prepare-se para as entrevistas e tenha em atenção factores como: interesse, motivações, funções que desempenhou e os serviços que pode oferecer.

Se fez este "trabalho de casa", então respire fundo e descontraia-se. Se a entrevista correr mal encare-a como um treino para a próxima.

 

Novo emprego... novas caras...

Mudar de emprego implica sempre algum desconforto pela incerteza e ansiedade que gera. São novos colegas, novos métodos e responsabilidades, uma cultura organizacional e condições de trabalho diferentes.

A adaptação obriga a um esforço da sua parte que, se for bem conduzido, será recompensado.

Tenha como objetivo o progresso na sua carreira e encare as dificuldades como uma evolução.

É sempre "estranho" o primeiro contacto com a equipa. Fatores como insegurança e timidez podem estar presentes.

Por isso, lembre-se que é importante a comunicação com os seus colegas. Comece por perceber como são chamados: se pelo nome próprio ou pelo último nome e procure utilizar uma linguagem natural. Revele-se uma pessoa simpática, procurando criar um clima de confiança e simpatia.

Tente, também, evitar fazer críticas à empresa, tendo como base o seu antigo emprego.

 
 
Outros links importantes:
 

Parcerias Sol de Gaya/Cathia D Gaya:

       

Apoios - Sol de GayaCathia Gaya:

Fone: (11) 3482-6381 / Tim: (11) 98315-7813 / Whatsapp/Claro: (11) 99118-5320 / Vivo: (11) 97306-1888
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